Superlotação – um grave problema da humanidade

Superlotação gerando o caos

Superlotação gerando o caos

http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/2014/05/1457585-video-exclusivo-mostra-caos-em-estacao-de-metro-em-sao-paulo.shtml

Viram a foto ao lado e o vídeo do link acima? Se não viram, peço para que deem uma olhada antes de continuarem lendo este texto.

E agora? Viram?

Ok, continuando o texto imaginando que vocês viram essas imagens e não me enganaram. Esse pandemônio é o metrô de São Paulo após a paralisação surpresa dos motoristas de ônibus na tarde de ontem. Não preciso explicar muito já que vocês viram o vídeo. Esse completo caos, sem precedentes na opinião do fotógrafo experiente da Folha de S. Paulo, ocorreu devido a uma simples barreira no fluxo dos mais de 12 milhões de habitantes. O sistema já é um lixo em sua normalidade, operando a todo o vapor, com qualquer desvio na “rota” o inferno acontece.

Mas as críticas ao sistema e ao transporte ficarão para outro texto. Hoje vou escrever sobre a superlotação do planeta Terra. Superlotação essa exemplificada no vídeo acima. Temos mais de 7 BILHÕES de pessoas no mundo e isso não é motivo para se comemorar. O que é engraçado, para não dizer pavoroso, é perceber na época uma exaltação da “conquista” em matérias de jornais, aqueles papéis de refeição do Mcdonalds, posts em redes sociais etc. “Já somos 7 bilhões!”. Ok, somos, e você comemora? Imbecil! Caros, parem, pensem, reflitam.

Eu costumo dizer que se colocarmos cinco galinhas em um galinheiro para cinco galinhas tudo fica uma maravilha. Quando colocamos 20 galinhas num galinheiro projetado para cinco galinhas temos o caos. Elas vão começar a se bicar lá dentro, se machucarem, perderem penas, bicos, parar de dar ovos. Tudo por conta do estresse da situação, haja vista a necessidade que todo o ser vivo tem de espaço, inclusive galinhas e outros animais, além do próprio ser humano.

Vou pegar São Paulo como exemplo ok? A ideia serve para o mundo. São Paulo é um galinheiro projetado para no máximo quatro milhões de galinhas pessoas. Temos a infraestrutura mínima para quatro milhões de indivíduos viverem bem. No entanto, temos 12 milhões de infelizes, chutando baixo, nesse pseudo-inferno de município. Conclusão? Caos! Óbvio! Não há espaço para ninguém seja no trânsito, no ônibus, no metrô, no trem (esse então) e na própria calçada!! Está difícil andar na calçada! A mobilidade da cidade é nula em qualquer horário! Nos nossos lares não é diferente. Vivemos em apartamentos cada vez menores, chegando a 30m2 com três dormitórios, duas suítes e um “espaço gourmet”. Tudo projetado para hobbits.

Além da dificuldade de se locomover e o encolhimento das moradias, o acúmulo de pessoas faz com que faltem recursos como água (Cantareira que o diga), energia, comida, saúde pública, educação, saneamento básico e outras necessidades. Aí você diz “não, isso é culpa do governo”. O governo tem culpa sim, grande, aliás, mas não é só dele. Estamos falando de 12 milhões (cidade), de 200 milhões (país) e de 7 bilhões (mundo). Alimentar essa putada toda, garantir saúde, garantir alimentação, emprego NÃO É SIMPLES. Como consequência, vemos seres humanos vivendo todos os dias em condições sub-humanas. Assim como as galinhas em seus apertados galinheiros, começamos a nos agredir, perder o respeito com o semelhante, perder cabelo, ficar doente, mal humorado, estressado etc. É cada um por si buscando o seu lugar, LUTANDO com os outros pelo seu espaço em uma guerra física e psicológica.

Hoje o ser humano tem menos filhos. Graças a Deus É estatístico. Comparado com séculos atrás a taxa de natalidade é bem menor. Porém, no entanto, todavia: Estamos vivendo muito mais. É preciso ter um controle forte de natalidade para pararmos de aumentar o número de habitantes e equilibrarmos o fator da diminuição abrupta de tragédias. “Como assim?” Vou explicar, sejam racionais e acompanhem o pensamento. Há décadas não temos uma grande guerra. Essa hora alguém já deve ter pulado da cadeira “como assim? Você está lamentando não termos tido guerra!?”. Não animal, é apenas um exemplo, acompanhe.

Vamos lá, um exercício cretino e rápido. Se os milhões e milhões de pessoas que morreram apenas na primeira e segunda guerra mundial não tivessem morrido. Os conflitos simplesmente não tivessem acontecido. Esses milhões teriam tido milhões de filhos, que estariam tendo milhões de netos e alguns já com milhões de bisnetos. E essa superlotação mundial estaria ainda mais caótica. E a peste negra? Que matou milhões? Mesmo raciocínio da guerra.

Hoje a maioria das doenças sérias e fatais a ciência consegue a cura rapidamente.  As grandes guerras também não acontecem mais, pois na política atual um conflito desses acabaria com o mundo, literalmente. Sem essas tragédias que, de um modo geral, controlavam a expansão desenfreada, nós temos a responsabilidade de sermos conscientes e inteligentes para permanecermos na Terra de um modo sustentável.  Cada casal deveria ter, no MÁXIMO, dois filhos. Desse modo, quando os pombinhos morrerem terão deixado duas pessoas em seus lugares. Não contribui, mas pelo menos não ajuda a foder mais ainda a situação. O ideal é apenas um filho e a utopia é nenhum!

Dito isso, peço mais uma vez a sua reflexão senhores. Pensem antes de terem filhos. Pensem bastante. Não adianta você falar para os quatro ventos: “ah eu quero ter no mínimo cinco filhos! Aquela filharada! E depois vários netos! Minha casa tem que ter várias pessoas, criançada correndo em volta da mesa, barulho e blablabla”. O cretino, putaqueopariu que raiva me dá quando ouço algo assim, deixe de ser um asno e pense nas consequências de ter cinco filhos em um planeta que a cada ano piora! Justamente pela superlotação!

Você quer deixar um ser vivo neste mundo? Mundo este que não sabemos até quando teremos água, comida, espaço? Vale a pena isso? Você está sendo justo com o seu futuro filho? Ele não está pedindo para nascer, para ser colocado nesta roubada. Você que estará jogando ele aqui. Portanto, leia este texto novamente sempre que pensar em ter filhos e lembre-se da máxima: quanto menos somos melhor passamos!

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